A decisão controversa ocorreu na Holanda, onde a Associação Martijn, defensora do sexo consensual entre crianças e adultos, recebeu permissão para retomar suas funções. Agora, o Tribunal de apelação de Arnhem, Leeuwarden, decidiu que embora o trabalho da associação seja “contrário à ordem pública, não há uma ameaça de desintegração da sociedade”.
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Fundada em 1982, a associação Martijn afirma lutar pela aceitação do sexo consentido entre adultos e crianças, mas é contrária a qualquer tipo de abuso sexual. Trata-se da segunda maior associação do tipo no mundo, após a NAMBLA (North American Man/Boy Love Association (Associação Americana pelo Amor entre Homens e Meninos). Até 1994 fez parte da Associação Internacional de Gays e Lésbicas. A entidade propõe um código ético baseado em quatro regras que deveriam ser levadas em conta em todas as interações com menores:
- Consentimento, tanto da criança quanto do adulto.
- Abertura para os pais da criança.
- Liberdade para a criança de se retirar da relação em qualquer momento.
- Harmonia com o desenvolvimento da criança.
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